Vivemos na era do conhecimento, porém ironicamente, ainda não temos nossas notícias do passado ainda muito bem esclarecidas por mais que os antropocêntricos cientistas da atualizada pensam que sabem tudo do passado ainda temos muito do que saber sobre nossos tempos idos. O que pensar de Caim que veio para América ainda muito antes de qualquer europeu nascer na Europa e ainda as mastlans aterrissadas neste planeta muito antes de qualquer hominídeo fazer uma fogueira, ou seja, há muito ainda do que saber e quando é que vamos, de maneira escalonada, pulverizar essas informações sem que se caia na censura do ridículo? Eis a questão. Caminhamos a passos de tartaruga na evolução com esses elos perdidos que ninguém é capaz de desvendar ou ainda de plantar sementes para simples reflexão pois o saber definitivo é sempre vindouro, e este futuro nunca chega. Notícias do passado que nunca chegam para nós, quem poderia ser este elo de comunicação do passado com o presente? Quem eram o toltecas? Quem construiu as pirâmides do Egito? Onde esta o conhecimento digno e claro que respondem essas questões? Sãos notícias que nunca saberemos.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
Farol de ideias
E o sol arde de verão escaldante no cume da nuca do brasileirinho fudido da vida. Se tem um cidadão mais lascado no mundo, esse é o brasileirinho. Cada qual com sua parte de ignorância herdada, e ou, alojada no mais profundo do âmago de seu ego. Me canso de pensar em ser melhor do que já fui ontem, porém com a ctz de serei. Não cabe a cada um julgar o bedelho alheio mas sim às ações, porém e a diferente entre elas quem irá saber distinguir no mais astuto dos exercícios intra-pessoais e interiores que é a reflexão para consigo mesmo. O pobre do carniceiro brasuca mal sabe distinguir o sabor de ovo e frango na farofa, como saberá exercer a interiorização afim de propiciar o crescimento pessoal e intelectual. Palavras essas que são chacotas vivas na mão do popular comum, chacota da ignorância, tão cruel quanto a censura da chacota porém razoavelmente mais amena ainda que tange ao imaginário o poder da risada, sem saber da crueldade que comete. E neste principio de volta ao astro rei uma alma desemboca de volta para casa mas o seu farol de ideias ficará acesso pela eternidade das letras que aqui foram semeadas e seus os frutos serão vindouros noutros tempos, descanse e se atualize querido mestre Olavo.