Sob o olhar sanguinário do vigia, digo vigia Chandon, viveremos doravante como aquele rato que pedala e rodeia a sua roldana em busca do queijo que nunca vem, assim viverá o brasileiro pacífico, ordeiro e com seu cabresto amarrado ao estômago e a ausência de cérebro.
Mas que bom que ainda existe as drogas, drogas estas sendo alimentadas pelo sonho do hexa e pela picanha no ladrão. Drogas que anestesiam, que olvidam, que transbordam o nosso hipotálamo que hormônios que nos faz esquecer a vida real em face da vida oficial, pois esta última é a que realmente importa e é a que prevalece, não necessariamente é o que importa mas indubitavelmente é a que prevalece pois o mundo real ninguém dá a mínima e por fim ainda sofre o terrível processo da censura do ridículo.