Calam-se as vozes onde a barriga se enche de arroz e feijão. Décimo terceiro no bolso da massa motriz, da massa cega que não vê nada fora daquilo que lhes foram ensinados; labutar. O ato do trabalho fora desenvolvido para cumprir a promessa de malfadar a fecunda natureza humana. Trabalhe e ore a dupla perfeita para o sucesso da decadência, sobretudo, quando ainda é induzida a pensar que assim é que se dignifica a persona. Pobres os imbecis que assim pensam. Não quero aqui pregar algo similar a uma anarquia ateísta, muito longe disso por favor, de Bakunins e Alinskys o inferno esta cheio, bate três vezes na madeira, toc toc toc. Minha intenção no entanto é dizer que este modelo que nos foi incrustado na cabeça de que a pessoa tem que ralar para se dignificar perante os outros, ou ainda, para se ter algum sucesso na vida. O que abomino veementemente. Se alguém tem que trabalhar que seja o dinheiro não eu. Qualquer brasileiro médio já deve ter ouvido falar nessa expressão: Alguém tem que trabalhar né?
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