segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Latrina da vida real

Já dizia outro: “não existe país desenvolvido em clima tropical”, não sei qual a relação que de fato há nessa afirmação, mas certamente vivo na pele a sensação de estar vivendo sob o sol implacável tropical como também ladeado de amebas adestradas ou mesmo de cretinos fundamentais como já disse o mestre Nelson. Faço-me crer na afirmação.

Em meio a cubanos impondo seus conceitos subumanos, professores proferindo, cuspindo e escarrando toletes em forma de linguagem, políticos amebianos prestes a aprovar a lei da viadagem declarada, sinto-me na latrina da vida real sem qualquer mínimo de luz ao fim, ao fim de quê? Se isto não já o é.

Podre. É o cheiro do calor que emana das amebas circulantes nas ruas, todas obscuras na ignorância e mediocridade que lhes as circundam tão cegas quanto um peixe mexicano.

Assim como numa latrina de louça branca é a cor da visão que as amebas têm, um clarão não enxergam absolutamente nada, pode vir uma outra ameba e excretar em suas cabeças e elas continuaram ali como se nada tivesse acontecido, e o liquido que as levam para a tubulação é conjunto das outras amebas, um coletivo de amebas revolucionarias rumam para mais outros conjuntos de amebas revolucionarias e vivem sempre se reproduzindo numa massa amebas que dominam as ligações de efluente, as linha coletoras, os coletores tronco da sociedade.

O que difere na vida dessa fétida analogia que é existe uma estação de tratamento de efluente no final do sistema, na vida existe apenas mais e mais amebas dispostas a procriar e procriar e procriar.


E pegue fogo todos o memoriais de amebas latinas, pegue fogo todos amebas bolívares, não custa já que o clima favorece.

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