Já
dizia outro: “não existe país desenvolvido em clima tropical”, não sei qual a
relação que de fato há nessa afirmação, mas certamente vivo na pele a sensação
de estar vivendo sob o sol implacável tropical como também ladeado de amebas
adestradas ou mesmo de cretinos fundamentais como já disse o mestre Nelson.
Faço-me crer na afirmação.
Em
meio a cubanos impondo seus conceitos subumanos, professores proferindo,
cuspindo e escarrando toletes em forma de linguagem, políticos amebianos
prestes a aprovar a lei da viadagem declarada, sinto-me na latrina da vida real
sem qualquer mínimo de luz ao fim, ao fim de quê? Se isto não já o é.
Podre.
É o cheiro do calor que emana das amebas circulantes nas ruas, todas obscuras
na ignorância e mediocridade que lhes as circundam tão cegas quanto um peixe
mexicano.
Assim
como numa latrina de louça branca é a cor da visão que as amebas têm, um clarão
não enxergam absolutamente nada, pode vir uma outra ameba e excretar em suas
cabeças e elas continuaram ali como se nada tivesse acontecido, e o liquido que
as levam para a tubulação é conjunto das outras amebas, um coletivo de amebas
revolucionarias rumam para mais outros conjuntos de amebas revolucionarias e
vivem sempre se reproduzindo numa massa amebas que dominam as ligações de
efluente, as linha coletoras, os coletores tronco da sociedade.
O
que difere na vida dessa fétida analogia que é existe uma estação de tratamento
de efluente no final do sistema, na vida existe apenas mais e mais amebas
dispostas a procriar e procriar e procriar.
E
pegue fogo todos o memoriais de amebas latinas, pegue fogo todos amebas
bolívares, não custa já que o clima favorece.
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